O vizinho da casa dos fundos

André era novo no bairro, tinha um pouco mais de dois meses morando por ali, mas todos os vizinhos já sabiam que ele era marceneiro e que trabalhava em um galpão perto do centro durante o dia. Saia cedo e voltava já a noite, o que fazia com que seu “quarto e cozinha” onde morava alugado em um quintal de três casas, em um bairro simples da cidade de São Paulo ficasse o dia todo vazio. Não era de todo caso ruim, já que mal via os vizinhos ou falava com eles. Ele era um rapaz alto com mais ou menos 1,90 e muito bem-disposto, porém muito sério. Tinha cabelo curto, quase raspado, pele morena e não aparentava ter mais de 32 ou 34 anos, com um físico muito bem desenvolvido, ombros largos e mãos calejadas e fortes pela profissão que escolhera após sair do quartel.


Era raro ver André na parte do dia em casa, só finais de semana ou feriado, então qualquer coisa que viesse para ele ou qualquer vizinho, sendo cartas ou encomenda o dono das casas, Sr. Fábio que morava em cima das duas primeiras casas sempre recebia qualquer tipo de encomenda para seus inquilinos, mais não naquela tarde, em que por coincidência Patrícia estava de folga. Uma das inquilinas do quintal que vivia trabalhando, tinha pegado folga do banco de horas do trabalho. Atendeu o entregador bem-educada como sempre, assinou o papel e desceu com esforço a caixa um pouco pesada que o moço lhe entregou. Levou até sua casa e deixou pela cozinha mesmo, perto da porta.

Patrícia soube que era do rapaz que morava sozinho nos fundos. Porque embora tivesse pouco tempo morando por ali, se via um movimento de mulheres diferentes em quase todos os finais de semana. Raramente era a mesma. Ela nunca tinha reparado nele, sabia que era alto e forte, sabia da profissão, mas nunca tinha parado para olhar diretamente no rosto dele, muito menos conversar. Decidiu que hoje ia ser a boa vizinha e tentar conhecer melhor ele. Mais tarde, passando um pouco das 19 horas, André abre o portão e desce o lance de escadas. Era apenas um único lance de escadas de ferro bem espaçoso que dava para o corredor do quintal. As duas primeiras casas eram dos inquilinos mais antigos, Patrícia e seu marido, a outra um casal de idosos, e a última casa do fundo era seu “quarto e cozinha”. O proprietário morava na parte de cima, a qual não tinha envolvimento com o quintal.

Patrícia terminava o banho, seu marido, que era segurança noturno já tinha saído a algum tempo. Ele era um bom marido, trabalhador e honesto, ela nunca teve do que reclamar, bom nem tanto, por trabalhar em horários diferentes eles mal tinham tempo um para o outro. Quando ela o procurava, ele falava que estava cansado ou que estava sem ânimo, um casamento de um pouco mais de 3 anos que já estava desgastando. Então para não se irritar mais com suas desculpas e passar raiva, ela começou a demorar um pouco mais no banho e “se virar sozinha”. Ele nem notava que ela tinha parado de procurar ele nas últimas semanas. Seus dedos agora eram uma boa companhia para ela.
Ela terminou de se trocar, saiu no corredor e viu a luz da janela da cozinha da casa do André acesa, pegou a caixa pesada e levou até a porta da casa ao fundo, que era de frente as outras casas. Entre esse espaço, era um quintal grande que servia para as três casas de aluguel estender roupa o suficiente. Ela chamou por André, que lá de dentro, em um tom grave pediu para esperar. Ela foi sem nenhuma intenção de maldade ou malicia, queria ser apenas uma boa vizinha de quintal.

Por fora dava muito bem para entender a disposição dos cômodos da casa, a porta da frente dava para uma cozinha que provavelmente era grande, a esquerda o quarto e a direita o banheiro. Nada de mais.
Demorou algum tempo até ouvir o barulho da tranca da porta, e o ranger agudo que ela fazia ao abrir. Lá estava ele, pegando Patrícia de surpresa, com apenas um short velho, descalço e sem camisa. André tinha os pelos dos peitos um pouco grande, não aparava, ele sempre foi bruto e não lapidável. Era um rapaz que fazia jus ao termo “homem”, não tinha um sorriso forçado, nem gracinhas, e pelo balançar dentro do short nem cueca. Os olhos dela miraram nele nitidamente, não tinha como esconder. A vergonha tomou conta da sua face, fez com que a caixa parecesse mais pesada que o normal. André ainda sim olhava fixamente para ela.
– Eu estava em casa hoje, veio uma encomenda pra você, eu atendi, recebi – sem qualquer noção, perdeu as palavras, principalmente quando viu que ele começou a olhar ela de cima a baixo. Nunca sentiu aquilo tão de repente. O homem a sua frente trazia com ele o cheiro de masculinidade.
Patrícia era uma mulher comum, muito igual a outras, cabelos negros grandes, pele branca, um pouco queimada ainda pelo final de semana na praia. Tinha 1,65 e coxas grossas, os seios não eram pequenos, porém igual a bunda grande dela já não era tão firme. O que chamava atenção era como o quadril dela era grande, mesmo com a saia solta que ia até um pouco ao joelho, ainda sim se percebia.
André pegou a caixa dos braços dela com facilidade.
– Obrigado, normalmente quem recebe isso para mim e o Sr. Fábio – o tom de voz grave e sério deixou tudo ainda mais estranho.
Não esperou permissão nem resposta, se virou e colocou a caixa em cima de uma das cadeiras da cozinha, por fora dava pra se ver que era uma casa muito bem organizada para um homem solteiro. A mesa de mármore com quatro cadeiras de ferro branca, um armário e geladeira pequenos de primeira linha, o fogão e a pia da cozinha, todos muito bem expostos.
– Pensei que estivesse trabalhando no horário da tarde – falou virando pra ela, medindo novamente e voltando para os olhos.
– Não hoje. Folga – ela tentou se acalmar, tinha que se acalmar, o descontrole era evidente, estava ficando molhada – você sempre chega esse horário?
Lógico que ela sabia, ele percebeu que ela sabia. Ela já tinha ouvido ele e o marido conversar algumas vezes no quintal, nos finais de semana. Ela tinha uma noção da vida dele. Então ele se deixou entrar na conversa.
– Depende muito do movimento do galpão, do que temos que entregar. E é claro do trânsito as vezes não ajuda.
– Sim claro. Que caixa pesada hein? É ferramentas de marcenaria? – já mais controlada, porém ainda molhada.
– Livros. Gosto de ler quando estou em casa, no ônibus, ou no horário de almoço. Como vivo sem tempo, então normalmente peço pelo site. Você tem o costume? – Agora olhando fixamente para ela nos olhos apenas.
– Sim, tenho sim. Leio. Gosto muito de romances e livros de histórias também. Mais ultimamente ando sem tempo de ir em uma livraria também.
– Eu tenho algumas coisas aqui, quer dar uma olhada? – Deu espaço pra passar.
Na cabeça dela dizia não, mais alguma coisa no meio das suas pernas fez ela avançar. Ela era uma boa esposa, não queria trair ou dar liberdades para ninguém, queria apenas se sentir mulher novamente. Se sentir viva, sentir emoção, o que começou a sentir de novo dessa vez.
Ele esperou ela passar e encostou a porta, não trancou, apenas encostou. Ela olhava para a cozinha, meio que observando, dando aquele tempo pra ele passar por ela.
– Você é bem organizado.
– Obrigado. Vem, eles ficam aqui no quarto. Escolhe alguma coisa pra levar.
Ele foi na frente para esquerda. No quarto dele tinha uma cama de casal, e uma estante de cinco partes, guarda-roupa pequeno e três prateleiras em cima da cama fixada a parede. Não tinha um cheiro forte nem era desarrumado. Organização era uma coisa que ele levou pra vida depois que serviu por um pouco mais de 2 anos o exército.
Por algum tempo ela perdeu a tensão que ele tinha lhe causado e realmente começou a se soltar ao ver o ambiente. Nas prateleiras estavam os livros que ele mais lia ou mexia de vez em quando. Ia desde romance a terror, tinha ficção e algumas coisas sobre carpintaria e marcenaria. Os livros da estante era os que ele já não mexia tanto assim, na parte de cima eram mais velhos e mais surrados, colocara justamente ali pra não pegar o pó do chão. Sabia cuidar muito bem. Ela se inclinou pra ver o que tinha mais em baixo, passando a mão pelos livros, querendo escolher alguma coisa. Realmente dava para se ter uma noção do quão inteligente ele era. Romances de escritores famosos e desconhecidos. Títulos que ela só ouviu falar, ou que nunca nem tinha ouvido, pegou um de capa vermelha, e continuou a passar os olhos. Se inclinou mais para com a mão nos joelhos para olhar os de baixo, da última parte, ali tinha coisas mais de desenvolvimento pessoal e alguns livros de publicidade. De repente ela sentiu alguma coisa atrás dela. André chegou atrás dela de forma inesperada, não sabia se ele trazia ferramentas do trabalho pra casa, mas com certeza tinha trazido com ele um pedaço de madeira.
– Escolheu alguma coisa? – Ouviu-se a voz dele atrás dela.
Ela virou-se rapidamente e colocou o livro entre eles como um escudo.
– Sim esse, Os filhos de Anansi – deu a volta por ele – acho que só esse aqui mesmo já esta bom. É melhor eu ir.
– Tudo bem. Ótima escolha – Ele se dirigiu para a cozinha enquanto ela vinha atrás dele. Parou na porta, virou-se para ela e disse – obrigado por ter recebido minha encomenda.
Ele tinha uma das mãos na maçaneta. O olhar nos olhos dela.
– “Magina”, não foi nada – balançava o livro – precisando de qual…
André agarrou ela com um beijo inesperado e de envolvendo a mão grandes em seus quadris. Ela não o rejeitou. Até que o parou e disse:
– Eu sou casada.
Mais não foi o suficiente para pará-lo. Ele continuou beijando ela. Tinha um beijo que envolvia e dominava. As mãos não eram paradas, mexiam entre seu quadril e costas, até aperta sua bunda. Ela começou a sentir o pau dele mais perto dela e mais firme. Ele foi para o pescoço e a nuca, ela virava a cabeça.
– Melhor não…
Ele comandou a situação. Era a casa dele, era o direito dele. Era errado, mais ele não ligava. Sem muito esforço colocou ela em cima da mesa da cozinha. Ela pode sentir o frio do mármore cortar pela toalha e a sua saia e pegar na bunda dela. Suas sandálias caem no chão. Então ele abriu as pernas dela e ficou no meio, ainda beijando seu pescoço.
Ele beijou ela por mais um tempo, e sentiu que ela começou a aceitar, percebeu que já que estava na chuva ia se molhar, então ela aproveitou que ele já estava sem camisa e começou a passar a mão por ele. Desceu a mão e encontrou dentro do short uma pica dura e encurvada. Pra ela pareceu o cabo de uma marreta, nunca tinha visto nada tão duro. Desceu a mão para sentir ele por completo, percebeu que assim como os peitos ele tinha pelos no pau, porém aparados, um pouco mais de um dedo, o que não deixava nada a desejar, já que ela não ligou muito.
Uma das mãos dele já estava por baixo da saia dela, e os dedos dele então sentiu ela molhada lá dentro. Fez questão de tirar pra fora e mostrar pra ela como eles estavam grudando. Ela não foi pega de surpresa, sabia que lhe escorria tesão.
– Olha como você está – A voz não deixava de ser grave.
Ele percebeu o entusiasmo dela e parou ela por um instante, desnorteada ela colocou os braços apoiado na mesa enquanto ele ia no quarto, ouviu-se o barulho de um zíper de mochila, então ele volta trazendo nas mãos um pacote de bala pela metade. Halls preto, enfiou um na boca. Foi até a geladeira e pegou uma garrafa de água gelada, tirou a tampa e colocou ao lado dela. Abaixou-se, colocou a calcinha de lado e enfiou a língua dentro dela. Começou a brincadeira. Passou a língua pra cima e pra baixo e não deixou a desejar, pegou seu clitóris e fez de brinquedo na ponta de sua língua. A baba da bala deixava tudo mais interessante para ela. Dava uma certa “ardida”, com tesão, ela não sabia direito. Só segurava a cabeça dele enquanto ele trabalhava lá em baixo. Ela não tinha certeza se ele era um bom marceneiro, mais tinha certeza que era um ótimo chupador de buceta. Ele manteve o ritmo e frequência, uma vez ou outra lambia ou chupava toda. Isso fazia ela se contorcer ainda mais e a soltar gemidos um pouco mais alto que o comum.
Quando ela se via toda melada, pela baba dele e pela sua bucetinha já estar molhada de tesão, ele começa a passar a bala de cima a baixo, pega a garrafa d’água dá um gole e volta a chupar com a boca molhada de água gelada. Nesse momento ela quase pulou pra fora da mesa. Se não fosse os braços dele segurando as coxas dela por fora dos quadris, ela tinha corrido. Soltou um gemido alto então ele levantou. Naquele momento ela viu a face da maldade em seu rosto, do olhar descarado e malicioso. Abaixou o short velho e confirmou o que ela sabia. Ela viu o pau enorme dele grande e duro.
– Chupa ele, todo – com uma voz de comando misturada com despretensão.
-Chupo.
Ela ainda estava com a buceta ardendo quando desceu da mesa, ficando de joelhos para ele. Mesmo segurando com duas mãos Patrícia via que ainda sobrava pau pra ela chupar. Começou jogando ele pro lado e chupando as bolas. Mesmo com os pelos, que não eram tão grandes ela chupou sem problemas. Começou a colocar a cabeça na boca, passar a língua e por fim começou a chupar sem medo. Ela queria aquilo. Ela sempre gostou de agradar seu marido na cama, sempre topou de tudo, desde que fosse a dois. Mais ultimamente ele não estava topando muita coisa. Por isso ela decidiu aproveitar aquele momento. Chupando André o máximo que ela conseguisse. Com metade do pau dele na boca, tirou os seus cabelos ondulados do ombro, juntou e jogou pra trás, dando pra ele segura. Nem precisou fazer gesto, ele sabia a hora certa de pegar, parecia que já transavam a tempos. Ela babava a pica dele toda, envergada. De cima André olhava pra sua boca indo e voltando e também olhava para o rabo ela. Com força ele puxa o cabelo dela pra trás e manda ela subir na mesa.
– Tira a roupa – Ele observa – Só a parte de cima.
Ela abre as pernas, tira a blusa e o sutiã, enquanto ele tranca a porta, quando ele volta até ela e tira apenas sua calcinha, deixando só de saia. Beija ela e aperta seus seios, sem nenhum julgamento deles. Ela já não era mais nova, não tinha corpo perfeito, mesmo assim ele agia como se ela esbalda-se gostosura. Como se ela fosse uma coisa completamente desejada por anos. André vira ela de lado, se apoia nas costas dela, e mete na bucetinha dela. Ainda estava bem molhada e pulsando. André não tem dó dela, deita Patrícia na mesa e soca sem dó dentro dela. Com força, e raiva. O som da sua virilha batendo entre coxa e bunda ecoa na cozinha, fazendo o barulho ser mais alto que o comum. Inclinado pra frente uma das mãos permanece nas costas dela, quase no ombro, a outra lhe aperta o peito. Com força, parecendo que vai arrancar para ele.
Patrícia agora gemia como louca, estava amando pica dentro dela.
– Força – ela falava alto – com força.
Então ele atendeu seu pedido, colocou força de verdade. Agora sim ela entendia que ele não estava forçando até aquele momento. Sentiu entrar tudo de uma vez, alcançando ela bem fundo. Em vez de gemer ela começou a gritar. A cada estocada de rola dura que ele dava nela era um grito. A mão do peito foi para o pescoço, e apertava ela. Segurou o maxilar e a bochecha de Patrícia, que com os cabelos bagunçados agora fazia bico e gritava abafadamente.
Torce o pescoço de tesão não era difícil. Ela estava sentindo prazer. Tanto que sentia que estava mais molhada. O suor já estava na entre o busto dela e a barriga, que fazia dobrinhas com a posição que ela se encontrava.
O ritmo estava ótimo e André media com força, mais ela via que ele só olhava para bunda dela. Ela gostava de sexo, e pelo jeito ele também. Toda molhada ela se via na obrigação de pedir por mais rola, e o quanto mais ela pedia, mais ele dava.
Ele parou subitamente e tirou ela da mesa, virou ela de costas e abriu suas pernas, ajoelhou-se e voltou a chupar a buceta dela. Ela ajudou abrindo a bunda pra ele, pedindo pra que chupa-se ela todinha, André fez, só que dessa vez, ele chupava um pouco mais além, ele chupava a bucetinha dela até a prega do cuzinho. Naquele momento ela já sabia o que vinha a seguir, a sensação lhe causou um pouco de alvoroço. Ela já tinha feito anal com o marido, outras vezes na vida, só que nunca com uma pica daquele tamanho.
Depois de lamber ela todinha, passar a língua na preguinha de Patrícia e prepará-la para o que vinha a seguir, André se levanta e permanece ela na mesma posição, encostada a mesa, de costas pra ele e mãos agarradas ao rabo dela facilitando pra ele. Ele segura no quadril dela e coloca a cabecinha com uma certa facilidade, tira e bota, algumas vezes, e então coloca até a metade.
– Calma, calma – ela fala baixinho – Dói um pouco.
– Sua piranha, agora vou dar o que você merece – O bom moço sumiu, agora quem fala é um homem que vai satisfaze-la – Mas eu vou colocar ele todo agora – ele não pede permissão.
Então depois de força mais um pouco, ele empurra dentro dela. Ela solta um grito com um pequeno choro, sente que realmente doeu pra ela. Mais agora ela não pede pra parar, então ele entende que ela quer que continue, ele começa o movimento e se deixa levar. No começo ela sente um incomodo mais não pede para ele parar de forma alguma. Apenas abaixa a cabeça e segura a dor.
– Isso não é sua cachorra. É isso que você quer.
André mete, indo e voltando, com a pica dura dentro dela, sem medo de maltrata-la. Começa a aumentar o ritmo, segurando no quadril e dando tapas fortes na bunda grande dela, que balança com o impacto das mãos. Patrícia balança com cada encontro de corpos que se dá atrás dela. Inclina-se pra frente e apoia uma mão na mesa. A saia está levantada, deixando exposta o corpo de mulher que tem, olhando pra trás vê André fascinado por ela, com suor na testa e metendo atrás no seu cuzinho sem dó. A mesa de mármore é empurrada com a mão de Patrícia que faz com que ela e a parede comecem uma briga, agora os sons que se ouvem na cozinha é da mesa contra a parede, da palma da mão contra a bunda e da virilha do André na bunda da mulher casada.
Seus gritos saem de sua boca desde sons altos a gritos sem som, apenas se movendo por sentir dor e prazer ao mesmo tempo. Pra ela fica evidente o quanto precisa disso, o quanto ela quer gozar fora dos banhos. A outra mão ela desce para a buceta e começa a esfregar sem dó. Gira e mexe sem parar. Atrás dela André fica dando agora tudo de si. Seus gritos agora são substituídos por gemidos e um tipo de urros de felicidade. Ela sente que está chegando aonde quer, e pelo jeito André também, por isso os tapas não param na sua bunda que já está vermelha.
– Me bate, me bate! – Ela diz tocando a melhor siririca da sua vida, com a rola dele atrás dela.
– Vagabunda! Gosta disso! – E lhe distribui tapa no rabo gigante da mulher casada. Dá boa esposa. Da mulher insatisfeita. O som da cozinha novamente deixa alto os encontros de corpo.
Ele soca com força, pega no quadril dela agora agarrando com força pra ter o encaixe perfeito. Outra mão escorrega para as costas encurvada que Patrícia deixa a cada vez mais inclinando-se para a mesa. Seu abdome e costas já estão suados. Ele sente que está quase lá.
Patrícia sente que está no auge. Agora tudo depende de André, que continua socando a rola nela sem piedade. Ela tem certeza que vai ser difícil trabalhar amanhã, mais pelo o que ela está sentindo, está valendo muito a pena.
O ritmo não para, frenético e sem pausa, ele consegue segurar o quanto pode, ela se tocando como louca, não querendo parar, sente que vai gozar, quando sente pelos suspiros dele que vai encher ela de porra a qualquer momento, isso deixa ela com mais tesão, ela grita que vai gozar, pede por mais, ele não se segura, e preenche o cuzinho dela com seu gozo quente. Patrícia continua se tocando, ele continua mais um pouco. E então ela goza, com um gemido e um grito agudo, ela sente suas as pernas tremendo sem conseguir se segurar em pé. André agarra ela, e a segura. Sente o pau dele sair junto com um pouco de porra. Ela se senta um pouco e se acalma. Então se dando conta de tudo, pega sua blusa e coloca rapidamente.
– Tenho que ir.
– Espere – ele tenta segura-la.
– Não é sério. A casa ficou aberta, tenho que voltar. Depois conversamos.
– Calma.
– Olha eu volto. Estou com o livro não estou?
– Ok! Quando terminar, me traga, no mesmo horário.
Ela terminou de se vestir, abriu a porta, olhou para o corredor que dava as casas e foi. Chegando na frente da sua casa, que realmente estava com a porta aberta e luz acessa, entrou e fechou a porta. E ficou de costa encarando para porta, encarando sua casa. Depois de respirar um pouco e ver que ninguém tinha ouvido nada, que o casal os outros vizinhos não apareceram ela se deu conta de uma única coisa, tinha um livro pra ler, e ia ler o mais rápido possível.

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