A safada pensa que eu não vi nada

Sou de uma cidade do interior de MG, e vou relatar o que aconteceu comigo neste ano de 2019. Não vou citar meu nome (nem fictício), e o relato é verídico, não é um conto fantasioso.
Quando tinha uns 25 anos, namorei uma moça de uma outra cidade aqui perto. Ela tinha uns 18 anos, se chamava Lucimar (nome fictício), cabelos castanhos claro e olhos verdes, com um corpinho que me deixava louco, mas não chegamos a fazer sexo nos 3 meses de namoro que tivemos.
O tempo passou, ela se casou, e um dia ela me aparece enviando pedido de amizade pelo Facebook. Nunca imaginei revê-la. Conversa vai e vem, trocamos o zap, e depois de alguns dias surge a conversa de nunca termos feito sexo naquela época. Começamos trocar fotos e marcamos um encontro. Ela ainda muito linda e gostosa, muito safadinha, e fizemos tudo que dava vontade, durante meses.


Um dia numa mensagem, não sei o porquê, perguntei se ela já tinha feito sexo com mais de um homem ao mesmo tempo. Ela disse que não, e que não tinha vontade nem coragem, mas ficou aérea, sem respostas, ela balançou todinha. Eu perguntava algo…ela respondia sobre como seria fazer sexo com mais de um homem, eu perguntava outra coisa e ela respondia sobre sexo com outros homens, ela ficou toda perturbada com a situação.
Pois bem, ela fazia faculdade onde ela morava, e nas férias ela vinha para minha cidade rever os parentes. Marquei com ela de dizer ao marido que viria para rever os parentes mas na verdade faríamos uma viagem para a praia. Ela topou e veio. Fomos de pacote de viagem para uma capital do Nordeste, e em um dos dias, havia um passeio para uma cidadezinha perto. Gostamos do local, e como havia casas p temporada bem baratinhas, resolvemos ficar lá à noite e só voltar para a capital de ônibus no outro dia.

À noite, num barzinho, tinha dois rapazes que não aparentavam ser dali. Então disse à Lucimar: aqueles dois não são daqui…vamos chamá-los aqui na mesa um pouquinho para perguntar de onde são? Ela disse: tudo bem. Ela estava um pouco queimada se sol, então não usava roupas que incomodassem. Ela usava uma tanguinha que eu adorava, e uma micro saia bem soltinha que mostrava a curvinha da bundinha deliciosa dela. E também uma camiseta meio transparente com um sutiã de rendinha por baixo.
Quando os dois rapazes vieram…um tinha o apelido de primo, não me lembro o nome dele, e outro era Píter, eram do interior de São Paulo. Eu falei baixinho para Lucimar que eles não tiravam o olho do corpo dela, mesmo ela assentada. O primo estava quase babando nas coxas dela. Ela ficou vermelhinha na hora, e passou a suspirar meio alto.

 

Pedi licença para ir ao wc, só para ver o desenrolar. Fiquei uns 5 minutos fora e voltei. Quando me assentei perguntei a Lucimar no ouvido dela: o que aconteceu? O Píter está com o pau duro embaixo da calça! Ela quase desmaiou, e disse que não aconteceu nada e que eu estava louco.
Disse que íamos embora, e convidei os rapazes para irmos até lá onde aluguei só por companhia mesmo, para não ir sozinho com uma mulher pois não conhecia direito o local. Enquanto andávamos, o primo tropeçava de tanto olhar para a delícia da bundinha da Lucimar. Quando chegamos, convidei para entrar só para tomar uma cerveja. Eles toparam. Deixei a Lucimar na sala com eles e fui até a cozinha (sabia que não tinha cerveja). Voltei e disse: não tem cerveja, vou voltar no bar rapinho e volto com a cerveja em cinco minutos. Saí, fechei a porta, e estava bem escuro do lado de fora, então fiquei da janela de madeira que tinha umas entradas para ventilação, meio escondido, dava para ver lá dentro sem ninguém me ver. Eles se assentaram no sofá, a Lucimar no canto. Não sei o que disseram mas a

Lucimar veio e se assentou no meio. O primo não resistiu e colocou a mão no meio das coxas dela, ela deixou um pouquinho só e tirou. O Píter pegou a mão dela e levou até o pau dele que estava duro há horas por cima da calça mesmo, ela deu uma apertadinha rápida, tirou a mão e se levantou, como que querendo parar por medo de eu chegar. Eles se levantaram, e o primo que estava quase morrendo por causa da bundinha dela a agarrou por trás pressionando o pau na bunda dela, e o Píter pôs o pau para fora na frente dela (um pouco maior e pouco mais grosso que o meu), ela olhou…fechou os olhos..respirou fundo e se soltou dos dois. Meu pau estava quase explodindo de duro. Eu fiz barulho lá fora como se estivesse chegando, o Píter guardou o pau rápido, ela foi para a cozinha e eles ficaram no sofá. Entrei e eles agiram meio assustados, dizendo que não podiam tomar a cerveja e foram a caminho da porta. Eu disse que no dia seguinte iríamos a praia, e que era para eles aparecerem la.
A Lucimar agiu completamente assustada depois disso, mas quando tomávamos banho e mesmo quando fomos para cama, ela estava louca para dar para mim, mas eu não comi, deixei ela louca de tesão para o próximo dia.
Na praia, por volta das 10:00h, os dois chegaram. Estávamos assentados, eles se assentaram também e começamos a conversar. Eu disse que ia dar um mergulho. Quando estava na água, vi que a Lucimar estendeu a toalha e se deitou com a bundinha para cima (ela estava com um fio dental de tirar o juízo). Eles não resistiram, saíram das cadeiras e se assentaram na areia bem pertinho dela. Quando voltei, o pau do Píter estava quase furando a sunga e ele teve que disfarçar. Eu perguntei se nenhum deles ia se refrescar, O Píter disse que ia, o primo também. Então a Lucimar disse: Amor, posso ir lá um pouquinho também? Eu disse: pode, mas só um pouquinho, sabe que eu tenho ciúmes.
Eles foram, e na água era aquela coisa da onda bater e ela perder o equilíbrio, e não faltava nenhum dos dois para segurar. Eu coloquei os óculos escuros e fingi olhar para o outro lado. Ela novamente perdeu o equilíbrio e o Píter a segurou por trás, e ficou segurando, demorou soltar. Depois começaram a brincar de mergulhar, e aí já não sabia o que acontecia, mas a mão deve ter corrido solta.

Eles saíram da água, aí eu disse a Lucimar: amor, temos que ir embora. Você podia ir na frente e ir arrumando as coisas. Ela disse: ai que pena! Fui dar mais um mergulho e eles ficaram conversando. Voltei rapidinho e ela disse: tá bom amor, vou na frente. Eu disse: isso! Dentro de uma hora eu subo e termino de te ajudar. Ela foi, colocou só uma saída de praia, e com o corpinho molhado, o tecido transparente colou nela e ela foi andando. Eu pensei do primo desmaiar ali na minha frente. Dois minutos após, eles falam: também precisamos ir embora, foi um prazer. Nos despedimos e eles foram, pela mesma rua que ela tinha subido. A casa ficava nua rua de terra que dava diretamente para praia. Ela um lugar bem tranquilo. Eu esperei uns dez minutos e subi.

Entro na casa bem devagar, e escuto gemidos no banheiro. Olhei pela fechadura e não deu para ver nada porque estava embaçado, mas deu para perceber que ela estava no meio dos dois embaixo do chuveiro, e ela gemia: ai espera, ai espera, aiai. Provavelmente estavam tentando fazer uma dupla penetração nela. Eu pensei que ia gozar na sunga de tanto tesão. Percebi que eles desligaram o chuveiro. Corri para o quarto e deixei a porta quase fechada, com o quarto escuro, olhando pela greta. Vi o primo sair nu, com o pau duro (era ainda maior que o do Píter). Ele abriu uma gretinha da janela, olhou para a rua e disse: pode vir, ele não está vindo ainda. Aí sai do banheiro a Lucimar vermelhinha, gemendo um pouquinho, e o Píter andando colado atrás dela, andando no mesmo passo, aí percebi que ele estava com a rola toda enterrada no cuzinho delicioso dela, e eles andaram juntos até o sofá, onde ela com cuidado se posicionou de quatro empinado para ele, e ele sem deixar o pau sair socou a vara. Ele bombou o cuzinho dela de fazer barulho. Ela gemeu como eu nunca tinha visto. O primo da janela dizia: tá tranquilo, ele não vem. Meu pau estava para fora alí escondido no quarto olhando pela greta. O Píter puxou ela pelo cabelo e começou a urrar. Ele gozou tudo dentro do cuzinho dela.

Depois de tirar o pau, a Lucimar deitou de lado no sofá, pôs a mão na bundinha e disse: ai meu cu, ai meu cu! O Píter foi para a janela observar pela greta se eu já vinha, e o primo foi com o pau parecendo uma rocha para o lado da Lucimar. Ela com a mão na bunda, encheu os olhinhos verdes de água. Ele perguntou: o cuzinho tá doendo? Ela disse: tá! O primo disse: eu libero seu cuzinho, mas tem uma condição: você chupa gostoso? Ela disse: sim! E se posicionou rapidamente no sofá para abocanhar a rola grossa dele. Ela sugou até ir na garganta. O primo disse: delícia…você nem deixou eu terminar de falar. Era para chupar mas engolir a porra toda. Agora não tem volta, e ele rapidamente começou a urrar, enchendo a boca dela com aquele leitinho. Eu não aguentei, sem encostar no pau comecei a gozar, gozei ali no chão como louco. Me segurei na parede para não cair. Ela engoliu a porra do primo todinha e fez carinha de safada. Eles perguntaram: gostou? Ela disse: não. Eles não aguentaram e começaram a rir. Aí perguntaram: quer de novo outro dia? Ela disse: Claro!

Eles se vestiram, saíram rindo e foram embora. Ela entrou para o banho. Aí eu esperei uns três minutinhos e fingi ter chegado, abri a porta do banheiro e disse: amor, não tem nada arrumado ainda! Ela respondeu que estava com muita dor no corpo por ter dormido mal, e que não conseguiu arrumar as coisas. Eu disse: amor, estou com uma vontade de comer um cuzinho! Ela disse: não não. Estou com dor de cabeça. Eu ri por dentro.
Quando estávamos de volta para minha cidade. Comentei com ela que aquela fantasia que eu propus a ela, de fazer sexo com mais de um homem, tínhamos que realizar um dia. Ela disse que nunca fez e nunca fará . Aham, sei.
Agora nas próximas férias, desejo realizar a fantasia que realmente sempre sonhei. O Píter e o primou comeram ela separadamente. Eu quero viajar com ela para ver três homens comê-la ao mesmo tempo. Ela sentada numa pica, outra pica por cima no cuzinho dela e outra bem grossa na boca dela. Espero conseguir da próxima vez. Vamos marcar a viagem e farei de tudo para ver isso, de preferência sem ela saber que eu estou vendo, ela gostou muito.

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