3 esposas que fizeram seus maridos cornos em Curitiba

Hoje vou contar três contos reais qual as esposas tomaram atitude de realizar as fantasias do cornos.
Fazia algum tempo que não publicava minhas aventuras, desta vez achei interessante mostrar as situações diferentes mas com mesmo propósito.
Como se pre público minhas aventuras e através delas crio a possui de conhecer outras pessoas.
Foi assim que conheci, Nicole, casada a 5 anos e seu marido tinha a fantasia de ser corno.
Nicole tinha medo, receio de seu casamento acabar. Mas seu marido sempre cobrava ela, queria muito ser corno, mas Nicole não cedia, até que um dia ambos brigaram, quando Nicole leu um conto meu e resolveu me escrever.
Nicole estava se sentindo forçada e não queria isso, orientei a ela não fazer nada só pelo marido não iria valer a pena, ela iria se arrepender, gosto de bucetinha, mas não sou nenhum aproveitador.


Conversei muito tempo com Nicole, na verdade viramos amigos, onde ela me contava tudo, voltou com o marido, falou como eles transavam, o que gostava e não gostava na cama, estávamos bem íntimos.
Quando Nicole me pediu se poderíamos sair escondido, sem que seu marido soubesse, fiquei surpreso, Nicole falou que já que o marido queria ser corno ele iria ser, afinal corno é quando não sabe, me disse que em um futuro breve ela contaria, e que sentia segura em sair comigo.
Assim marcamos de nos encontrar direto em um motel, aos redores de Curitiba.
Cheguei primeiro logo Nicole chegou de Uber, estava linda, blusinha, saia de couro, e salto alto. Nicole é a morena clara no auge de seus 27 anos, cabelos longos, magra, seios e bunda pequenos, mas tudo redondinho, todos cheirosa.
Nicole estava nervosa, cheguei por trás da mesma e beijando seus ombros, sua nuca deixe ela arrepiada, abri o zíper de sua saia tirando ela deixei Nicole só de fio dental, deite ela na cama e comecei beijando suas pernas, subindo fui beijando sua virilha, enfiei a mão por baixo de sua bunda e tirei sua calcinha, onde apareceu uma bucetinha rosada, pouco pelos na parte superior.

Tirei a blusinha de Nicole que estava sem sutiã, beijei sua boca, Nicole me puxava de encontro a seu corpo pedindo para penetrar ela, mas não acho justo comer uma mulher sem antes dar uma bela chupada em uma bucetinha.
Falei a Nicole que ainda não era hora de comer ela, desci beijando seu pescoço, seus peitos, sua barriga chegando na sua bucetinha Nicole abriu bem as pernas e vi seu néctar já molhando a cama, ela estava toda melada
Comecei beijando ao redor de sua buceta, até chegar a seu clitóris pequeno, comecei a suga-lo deixando ela mais excitada, iniciei as lambidas de leve, e aumento o ritmo, Nicole me segurava pela cabeça, coloquei a ponta de dois dedos na entrada de sua buceta, e lendo seu clitóris e mexendo os dedos levemente Nicole apr sentou seu gozo, veio com um grito alto, e contrações da sua bucetinha.

Não deixei Nicole descansar, voltei a lamber seu clitóris, desta vez enfiei dois dedos inteiro em sua bucetinha tocando o céu da mesma, aumentei o ritmo das chupadas e meus dedos mexendo Nicole gozou novamente.
Ela me olhava dizendo que nunca gozou sendo chupada, mas queria que eu a comesse, subi e dei um beijo em sua boca ela me segurou pela cintura e com sua bucetinha busco meu pai para encaixar nela.
Não foi difícil entrar Nicole estava melada de gozo, comecei a socar, meu pai entrava fundo, Nicole falava fode meu macho, como é bom dar para outro.

virei Nicole e mandei ela ficar de quatro, ela arrebatou bem a bunda, encostei o pai que deslizou facilmente, enrolei a mão naquele cabelo e comecei a socar, soquei, soquei, dando tapas em sua bunda tratei Nicole como uma outra, safada, vadia, e quando mais eu falava mais ela se melava toda.
Nicole pediu para sentar no meu pai, deitei na cama, ela deu uma bela de uma chupada antes e sentou em cima, rebolava, subia e descia, seu jeito de mexer era próprio vi que ela estava tentando gozar cavalgando, quando senti amei pai sentido mordido pela sua bucetinha, Nicole desabou em meu braços cansada, perguntei onde ela queria porra, ela falou em qualquer lugar menos na boca.

Virei Nicole de frente, levantei sua pernas e comecei a socar nessa posição, quando fui gozar subi até seus peitos e soltei alguns jatos de porra, um chegando acertar sua cara, sua boca.
Nicole sorriu falando você acertou até minha boca, falei que era oportunidade de ela provar porra e acostumar com o gosto, assim ela, fez, disse que não era tão ruim quanto pensava, olhei para ela e falei, agora faça como uma boa puta, bem limpar meu pai, ainda com receio ela veio deu, uma, duas lambidas, até que encheu sua boca com meu pau, chupando, lambendo e engolindo a porta que saia .
Copos tomar um banho Nicole falava que eu era um safado, que fiz ela beber porra, nunca tinha feito, assim como nunca gozou com uma chupada na buceta.

Perguntei se ela iria contar ao marido, ela disse que não, pelo menos por enquanto.
Pois bem até este conto como Nicole três vezes, e estou escrevendo por que ela criou coragem e contou ao marido, inclusive que ensinei ela a tomar porra, agora o corno quer que transamos e ligamos para ele do motel.
A segunda situação é de Lívia, a mesma é casada a 10 anos, ela e seu marido tem 31 anos, e desde o início de namoro seu marido quer ser corno.
Quem entrou em contato comigo foi Lívia expondo a situação, queria entender melhor, passei um pouco como psicóloga de Lívia até ela entender que era apenas uma fantasia e tesão, nada além disso.
Lívia quis me conhecer pessoalmente, marcamos um café, onde pude conhecer aquela cavala de mulher.
Lívia era loira, cabelos curtos, siliconada, bumbum malhado, me contou todos os receios, medos, falou que seu marido gostava de ser humilhado na cama, adorava que ela desse tapas, chamava ele de corno, contava como ela transou com outros caras, ela entrava no clima na cama mas fora ela tinha medo.
Acalmei Lívia, e dei algumas ideias de fazer do jeito que o marido queria, que era para ser no tempo ela e quando ela estivesse pronta faríamos algo, sem pressa e sem forçar nada.
Acompanhei Lívia até o seu carro onde arranquei um beijo de sua boca, o intuito era fazer ela se soltar entender que não teria problema.

Falamos uma semana, até que ela topou a ideia de realizar a fantasia do marido.
Marcamos em um motel, e o marido foi levar ela, chegando lá eu aguardava no quarto, Lívia entrou e mandou marido ficar para fora, ele sem entender nada perguntou por que, ela falou quer ser corno vai ser, ainda vai ficar aí fora me esperando enquanto dou para outro.
Lívia entrou dando risadas e fechou a porta, veio em minha direção e disse você cuida de mim, sem falar nada deu um beijo em sua boca, Lívia estava com vestido abri o zíper e não tinha nada por baixo, dei teu ela na cama e falei para ela deixar comigo que iria cuidar bem dela.
Dei um banho de língua até chegar em sua bucetinha carnuda e toda depilada, suguei, chupei, lambi, Lívia pediu para colocar um dedo em seu cuzinho era assim que ela gozava, quando comecei a introduzir e chupando seu clitóris, Lívia soltou a bela gozada.

Não tirei o dedo de seu cuzinho, na verdade comecei a fazer um vai e vem e ainda chupando sua buceta Lívia gozou de novo.
Ela se levantou e abocanhou meu pau, babava, fazia uma garganta profunda inesquecível, meu pau era só baba de Lívia.
Ela me olhou dizendo acredito que meu marido está se acabando na punheta encostado na porta.
Levantei Lívia e levei ela até a porta, mandei ela se encostar e arrebitar a bunda, encostei o pau em sua buceta e entrou tudo, Lívia deu um belo gemido.
Falei, se seu marido queria ser corno agora ele vai ouvir a esposinha dele dando para outro. Comecei a socar, segurei firme Livia pela cintura e socava forte, ela gemia alto, falando me come macho gostoso, você fode melhor que me marido, soca para aquele corno ouvir, cada metida Lívia gemia mais alto, claro que não perdoei de dar uns tapas naquela bunda gostosa que já estava vermelha.
Puxei um sofá pequeno que tinha no motel perto da porta, mandei Lívia ficar de quatro, ainda perto da porta voltei a socar nela, Lívia fazia questão de gemer, comecei a enfiar o dedo em seu cuzinho enquanto metia em sua bucetinha. Lívia me olhou e falou, safado, tá fodendo minha bucetinha e meu cuzinho.
Sentei no sofá e Lívia veio em cima cavalgar, aproveitei para chupar aqueles peitões e deixar minhas marcas, Lívia subia e descia fazendo meu pau entra tudo, pediu minha porta, queria em sua buceta, assim ela rebolando enchi seu útero de porra.
Lívia me deu um beijo longo, agradeço por ser um querido, sorrindo falou será que abro a porta?
Falei abre, deixa teu marido ver você toda marcada de chupões e lambuzada de porta de outro.
Afastei o sofá Lívia abriu a porta, seu marido batia punheta pelado, já tinha gozado também, ela pegou ele pelos cabelos levou até a cama deitou abriu as pernas e falou para marido; corno, chifrudo não era isso que queria olha a porta dele escorrendo, me limpa agora! O marido dela não meio sem jeito deu uma, duas línguadas na buceta bebendo minha porta, quando Lívia segurou ele pelo cabelo e mandou ele chupar direito.
O cara teve que deixar a buceta dela limpinha.
E foi assim, que mais um corno se realizou, Lívia manda msg todo dia agradecendo por ajudar ela realizar fantasia do casal, disse que o marido trás flores todo dia para ela depois dessa foda.
Está terceira e último conto foi de Rafaela, a mesma tem 33 anos, morena clara, olhos verdes, seios pequenos e uma bunda de parar o trânsito.
Quem entrou em contato comigo foi seu marido queria que eu seduzisse Rafaela, porém, isso é bem complexo, queria entender melhor a relação deles, pois, não dá para seduzir nenhuma mulher casada se ela não estiver a ponto de dar para outro.
Ele me disse que Rafaela não queria ninguém conhecido e que tinha que ser alguém. bacana, mas ela não procura ninguém.
Dei a ideia de ele enviar um conto meu, onde sempre deixo meu contato, passou um tempo recebi o contato de Rafaela dizendo qual era a fantasia, fazendo várias perguntas.
Respondi educadamente passando meu watts.
Dois dias depois recebi a mensagem dela, dize do que era fantasia do marido que ela não sabia o que fazer, tinha medo de acabar o casamento, mas ela por nunca ter dado para outro gostei de saber como é. Falou também que era médica e seu maior receio era se comprometer.
Tranquilizei ela dize do que tudo que conversamos não sairia de nós, além disso, sou casado e que só queria dar prazer a ela. Aos poucos Rafaela foi Sé soltando a ponto de mandar umas fotos nua sua. Ficava imaginando se ela era tão gostosa pessoalmente, por que nas fotos era maravilhosa.
Rafaela pediu se eu toparia a seguinte fantasia, chegar em sua casa uma 17 horas e transamos até as 19 horas, horário qual seu marido chegava, mas eu teria que ir tipo como uma empresa prestadora de serviço, já que ela morava em prédio e tinha alguns primos casados que moravam ali também.
Claro que topei, passei por uma empresa de móveis planejados e iria tirar algumas medidas.
Quando cheguei em seu apartamento Rafaela me esperava com um short bem cavado, realçando sua bunda, blusinha, como se ela estivesse em casa mesmo caso alguém aparecesse. Me explicou que o apartamento ao lado era da pra de seu marido e que ela estava em casa.
Como tempo era curto cheguei junto, logo fui beijando Rafaela e tirando suas roupas, que delícia de mulher, estava toda bronzeada com marquinha de fio dental, toda depilada, seios pequenos mas arrebatados e durinhos.
Levei Rafaela para o quarto, ela me olhou e perguntou se era verdade aquela chupada NH buceta que eu dava em meu conto, falei para ela deita relaxa depois você me diga.
Beijei cada pedaço daquela delicia de mulher, chegando em sua Bucetinha toda depilada, comecei a lamber levemente, suguei seu clitóris, aos pouco aumentava o movimento, demorei um pouco mas tirei uma bela gozada daquela buceta.
A segunda foi mais fácil seu clitóris estava sensível, algumas linguadas e dois dedos mechendo dentro de sua buceta Rafaela anunciava mais um gozo.
Rafaela veio para cima de mim, tirou meu par para fora e abocanhou, tinha gota de porra na ponta de tanto tesão de Rafaela, ela lambia e brincava com minha porra, passava a língua na cabeça, esticava chupava e engolia.
Rafaela veio sentar em meu colo, segurou meu pau e encaixou em sua bucetinha apertadinha deslizando inteiro dentro dela. Essa mulher sábia cavalgar, rebolava, subia e descia, me seguro para não gozar.
Levantei Rafaela no colo e sem tirar o pau de dentro dela deitei na borda da cama e comecei a socar, meu sou entrava fundo, Rafaela pedia para arrombar ela, aquela bucetinha era tão gostosa que eu queria meter cada vez mais, sua buceta estava vermelha de tanto que soquei.
Pedi para Rafaela virar de quatro quando ela olhou a hora e já era 18:40 HS seu marido estava para chegar, me pediu para gozar, perguntei onde ela queria porra, ela falou na cara comecei a meter nela de quatro e aquela visão maravilhosa, aquele bundão arrebitado e redondo, meu pau entrava lá fundo deixei o gozo vir, Rafaela se ajoelhou no chão abriu a boca eunl punhetando soltei um jato de porta que acertou sua boca, testa, cabelo, outro jato em sua garganta, Rafaela pegou meu pau e terminou com torra porta na boca, chupando e limpando meu pau, já Rafaela tinha porta em toda sua cara, pescoço, cabelo, peitos.
Não tínhamos muito tempo, logo coloquei a roupa e sai, cruzei com um cara na escada não sabia que era seu marido.
No dia seguinte Rafaela me contou que fechou a porta para mim, seu marido entrou, ela com a cara toda esporrada, seu marido se assustou, mas ela contou que o cara que ele cruzou na escada era o cara dos contos e que tinha acabado de colocar um chifre nele e deixado a esposa com a cara toda suja de porra. Me falou também que seu marido levou ela direto para cama e transaram muito, que ele não deixou ela limpar a porta queria sentir e beijar ela com cheiro de outro, me agradeceu muito por entender e realizar a fantasia deles no sigilo.
Casais, casadas, solteiras que desejam fazer algo sem compromisso, com muito sigilo, descrição, higiene e educação, entrem em contato [email protected] , sou de Curitiba tenho 36 anos, 1,90 m 93 kg 19 cm.

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