Nada melhor que um sexo de despedida

Bom, não sei por onde começar. Primeiramente acho que devo me apresentar. Meu nome é Nayara, tenho 18 anos e terminei meu namoro há pouco tempo. Tento tocar minha vida para frente, mas sempre me deparo lembrando dos momentos que tive com o meu ex, Luiz. E a cada lembrança meu desejo acende, o que eu não sinto por nenhum outro homem. Mas esse meu fogo por ele logo foi controlado.

Duas semanas após nosso término, Luiz me liga perguntando se poderíamos conversar frente a frente, para assim ele poder justificar a razão do término tão repentino, aceitei, pois, apesar de tudo, ainda estava curiosa e cheia de desejo de poder tocá-lo novamente. Marcamos de ele passar aqui em casa a tarde, já que eu estaria sozinha. Quando Luiz chegou, me bateu uma ansiedade que eu só sentia enquanto estávamos juntos. Abri o portão, ele subiu as escadas e, logo após chegar a sala, ele começou a se desculpar. Vai motivo, vem motivo, e minha raiva e desejo por ele só aumentavam. Quando não resisti, tentei socar seu peitoral, mas logo ele me conteve, colando seu corpo ao meu. Eu estava tão próxima da boca dele, aquilo era tudo o que eu queria. Aquela sensação, aquele clima, aquele olhar de desejo que queimava em nossos olhos. Logo não resisti e comecei a beijá-lo, eram beijos quentes. Mesmo com raiva, naquele momento eu só pensava em uma única coisa: sentir seu pau dentro de mim.

Após vários beijos, Luiz me deixa de costas para a parede. Eu não tinha por onde fugir, era só eu, ele e o seu pau duro que roçava perto da minha virilha. Não resistindo ao desejo, beijo-o novamente e acaricio o seu pau por cima da calça. Ele deite a cabeça em meus ombros com sua respiração ofegante e começa a grunhir:
— Puta que pariu, que tesão Nayara.
Ele começa a beijar meu pescoço, aquilo me causa arrepios. Sentir sua respiração ofegante na minha pele e seus beijos não era suficiente, eu queria mais.

Me ajoelho e vou tirando seu cinto aos poucos, enquanto olho para seus olhos famintos. Quando tirado totalmente, abaixo sua calça, juntamente com sua cueca e lá estava seu belo pau, com suas veias a mostra e pulsante, um pau implorando para ser chupado.
Começo pela cabeça. Passo minha língua em volta dela toda bem devagar enquanto Luiz não para de grunhir e dar alguns gemidos abafados. Vou colocando seu pau bem devagar em minha boca, coloco até onde eu posso enquanto olho-o com cara de safada. Sentir aquele pau na minha garganta era excitante, eu sentia minha bucetinha toda molhada enquanto aumentava a velocidade que chupava. Retiro seu pau da minha boca e chupo suas bolas enquanto o masturbo. Logo digo:

— Estava sentindo falta desse seu pau delicioso, esse cheiro dele me deixa toda molhada.
— E eu dessa sua boquinha, que tesão ver você engolindo meu pau desse jeito.
Me levanto e beijo-o de forma selvagem. Eu levanto meus braços e ele tira minha blusa, fico apenas com meu sutiã de renda preto. Depois do beijo, Luiz sussurra em meu ouvido:
— agora vou comer bem gostoso a sua bucetinha.
Fomos em direção até o sofá aos beijos, ele me jogou nele, tirou a blusa e logo foi me penetrando bem devagar.
— sua bucetinha continua tão apertada e gostosa de meter — disse ele enquanto gemia baixo.
Foi uma sensação incrível, sentir aquele pau gostoso me penetrando novamente depois de tanto tempo. Eu não conseguia parar de gemer seu nome.

Após várias estocadas, Luiz aumenta o ritmo e começa a me foder bem forte.
— Mete mais forte na sua putinha, mete.
— Eu vou encher a minha putinha com a minha porra.
— Enche, minha bucetinha é toda sua.
Ele estava descontrolado, metia cada vez mais forte, conseguia sentir a respiração dele ficando cada vez mais pesada e seu pau pulsando dentro de mim.
— Eu vou gozar, Nayara.
— Me dá todo seu leitinho, Luiz. Eu vou acabar gozando também.
Ele gozou dentro de mim, foi um suspiro tão satisfatório. Logo em seguida eu gozei junto. Ficamos na mesma posição e ofegantes por 2 minutos, logo ele me beijou e tirou seu pau de dentro de mim. Por incrível, ele ainda estava duro.

Logo ele me arrastou para a ponta do sofá, colocou minhas pernas entre seu pescoço e começou a me fazer um oral maravilhoso. A língua dele passava por toda a minha buceta. Ele chupava meu clitóris enquanto enfiava seus dois dedos rápido dentro de mim. Quando eu estava quase gozando de novo, ele parou, pegou seu pau e ficou esfregando na entradinha da minha buceta, ficou me provocando até eu n aguentar mais e implorar:
— Fode a minha bucetinha, faz a sua putinha gemer de prazer.
— Vc quer meu pau? Então cavalga nele.
Trocamos de posição, ele sentou no sofá e fui solo em cima dele, penetrando seu pau em mim bem devagar. Logo entrou rápido, eu estava bem molhada. Comecei a cavalgar, ele chupava meu peito e acariciava o outro. Queria muito rebolar a cada vez mais naquele pau.
— Rebola mais pra mim, safada.

— Você me mata de tesão, Luiz.
— Quero que você goze no meu pau.
— Eu vou melar ele todo.
Depois de muitas cavalgadas, finalmente estava chegando lá, minha bucetinha apertava cada vez mais o pau dele. Não aguentando, acabei gozando.
— Que delícia, puta que pariu.
— Seu pau me leva a loucura.
Saio de cima dele e me ajoelho para terminar o serviço, chupo o pau dele até ele não aguentar mais.
— Eu vou gozar na sua boca, Nayara.
Digo e feito, ele me deu todo o seu leite. Engoli ele todo como uma boa putinha e, para finalizar, chupei em volta de sua cabecinha bem devagar e delicadamente.
Tomamos um banho, limpamos a bagunça. Chegou a hora dele ir embora. Acabamos nem discutindo sobre a nossa relação, mas quando o vi ir embora logo senti um vazio.

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