Como virei putinha do meu primo

Oi, meu nome é Ana e eu vou contar uma história que aconteceu comigo quando eu tinha meus 18 aninhos, três anos atrás.
Sempre fui gordinha, pouca barriga, quadril largo e muita bunda, muita coxa, peitos grandes e molinhos, uma delícia. Tenho cabelo cacheado castanho, que na época batia bem abaixo do meu ombro. Ainda era virgem na época, mas sempre fui safada, siririca pra mim era indispensável e qualquer coisinha já me deixava molhadinha.
Era época de férias de junho pra julho e eu tinha viajado com meus pais para ficar aquele mês na casa dos meus avós. Odiava. Não tinha nada pra fazer, porque a casa ficava longe de tudo e a cidade era pequena. Pois bem, minha prima

mais próxima, Juliana, tinha vindo também e estava ficando na casa da minha tia. Pedi logo para ir passar um tempo com elas, porque lá tinha internet e era mais centralizado na cidade, sem contar que eu adorava minha prima. Nesse meio tempo, minha mãe organizou um jantar/churrasco da família na casa dos meus avós e pediu que eu voltasse pra lá. Ok, fui, bem contrariada.
O lugar era muito quente, então estava com uma blusinha preta que batia acima do umbigo e um shortinho jeans bem curtinho, meio apertado nas coxas. Fiz sala pra todo mundo e fui me sentar no sofá, mexendo no celular. Até que surge meu primo André, cumprimentando todo mundo e vindo em minha direção. Levantei e troquei beijinho na bochecha. Tinha crescido brincando com ele, mas como ele tinha mudado de cidade, fazia tempo que não o via. André é três anos mais velho que eu, alto, não muito musculoso, mas tem um charme que molha qualquer uma. O perfume dele já me deixou toda assanhada, logo pedi pra ele sentar do meu lado pra gente colocar o papo em dia. Ele estava com uma bermuda jeans e uma regata branca, fiquei logo de olho na mala.

– Faz tanto tempo que não te vejo, você cresceu. Tá um mulherão – deu um sorrisinho cheio de segundas intenções e eu logo sorri também. Era muito arriscado fazer aquilo com tanta gente em volta, mas isso era a última coisa que se passava pela minha cabeça. Já imaginava o tamanho do pau dele, se ele metia gostoso, e minha buceta piscando.
– Nossa, quem cresceu foi você, tá bonito. Deve pegar tanta menina…

–Ah se pego… – o clima estava instalado. Daí a frente foi a noite toda e nós colados, sem ninguém desconfiar de nada, claro, porque éramos primos. Chamei ele para dar uma volta e ele o tempo todo fazendo carinho em mim, passando a mão discretamente na minha bunda pra me testar. Fui deixando, e ele se atrevendo, pegou nos meus peitinhos e até comentou que eu tava gostosinha, “no ponto”. Eu era só sorrisos, tocando toda hora no peitoral dele e fazendo questão de ficar pertinho.
A essa altura estava todo mundo no quintal, ouvindo música, bebendo e conversando. Como a nossa privacidade tinha acabado, chamei ele pra dentro. Minha sorte era que meus pais estavam ocupados com nossos parentes, não tinha visto os dois mais que uma vez.

Entramos em casa, a sala vazia, a cozinha e os corredores também.
– Vamo ver televisão? A do meu quarto é a melhor.
Eu tenho certeza que ele notou a desculpinha esfarrapada, mas não comentou nada, só sorriu e deu a mão pra mim pra subir as escadas. Pensei logo, na minha cabecinha de virgem doidinha pra dar, que aquela mão grande e forte dele devia dar cada tapa bom… Mal sabia que estava certa.
Eu tinha ficado com o quarto de visitas mais no fundo do corredor. Minha mala estava aberta no chão, um pacote de calcinhas meio exposto, coberto apenas por uma outra blusinha. Nem fiz questão de esconder, era tudo renda ou fio dental, nem ia dar pra reparar.
André logo sentou na cama, com as pernas abertas. O volume na bermuda ficava cada vez mais aparente e eu quase salivava pensando naquela rola.

Agora, mais velha, percebo que foi muito arriscado, porque qualquer um podia ter dado falta da gente, porque se pegassem a gente ia dar problema. Mas na hora, mesmo sendo meu primo, só me vinha na cabeça a vontade de dar, levando embora até a vergonha.
– Nossa, você sujou sua blusa de suco – ele comentou, descaradamente olhando pros meus peitos, onde tinha uma manchinha de nada de suco, que quase não se via na blusa preta e meus mamilos meio acesos. Logo saquei o que ele queria e entrei na dança.
– Puts! Você se importa de eu trocar? A gente é primo, né?

Dei um sorrisinho de puta que eu tenho certeza que fez o pau dele babar e virei, tirando a blusa. Estava com um sutiã de renda branca, bem transparentezinho, e quando menos esperei, ele me agarrou por trás.
– Cê tá me provocando a noite toda, né priminha?
Ele falava bem pertinho do ouvido, e eu derretidinha. Me fiz de inocente.
– Tô?
–Ah, tá sim, exibindo esse seu corpinho, toda sorriso pra mim, aposto que tá doidinha pra me dar…
– Passei o dia todo com a buceta molhadinha pra você – Ele agarrou minha cintura, beijando meu ombro e esfregando o pau duro no meio da minha bunda.
– Então tira essa roupa pra mim, tira? Pra eu foder você bem gostosinho, do jeitinho que você queria.
André me soltou e sentou na cama de casal, desabotoando a bermuda. Tirei o sutiã e mexi nos meus mamilos, sempre olhando pra ele, brinquei com meus peitinhos um pouco e fui tirando o short. Eu tava com uma calcinha preta, toda atolada no meu rabinho, e fui descendo ela devagar. André já tinha descido bermuda e cueca até os pés e agora batia punheta devagarinho, me chamando de putinha safada. Eu estava adorando a brincadeira, óbvio, mas a ansiedade de saber como era um pau de verdade me fodendo me consumia, então não enrolei muito mais. Fui logo chegando pertinho, peladinha e agora meio envergonhada, mas excitada demais.

– Minha putinha tá com vergonha, tá? Precisa não, eu vou cuidar tão bem de você… Vira pro priminho ver esse rabo, vira?
Dei uma voltinha, constrangida, mas o biquinho do peito eriçado me denunciava. Ele apertava minha bunda, fazia carinho e batia devagar, me chamando de gostosa, falando que eu tinha crescido pra virar a cadela dele.
– Empina essa bunda, vai.
Obedeci.
– Agora separa, deixa eu ver esse cuzinho.
Tive um pouco de medo, porque nunca tinha mexido ali. Ele me surpreendeu. Enfiou um dedinho no meu cuzinho e foi estapeando minha bunda com a outra mão, como quem testa a qualidade de um objeto. Adorei a sensação, era muito diferente e eu gemia bem baixinho, com a mão coçando pra mexer no grelinho.
– Gostosa do caralho – falou, depois de sair do meu cuzinho – Deita na cama.
E eu fui, submissa, adorando seguir as ordens. Deitei toda fechadinha, tímida.
– Abre as pernas, vai, deixa eu ver se essa bucetinha tá molhada mesmo.
Abri as pernas. Estava um pouco peludinha, mas nada absurdo, os pelinhos da xota estavam começando a crescer depois da última depilação.
O tempo todo ele punhetava aquele caralho maravilhoso dele e eu salivando, piscando o cuzinho e a buceta. O pau dele não era gigante, mas era grosso, cabeçudo, todo babado. Finalmente meti os dedinhos no meu grelo, pequeninho e meio rosado.
– Ai, André, me fode, vai.
O pau dele até deu uma guinada e ele subiu em cima de mim, me beijando pela primeira vez. Eu era super inexperiente, mas ele foi ensinado, mexendo a língua devagar até eu me acostumar. Depois tava até com as mãos na nuca dele, gemendo igual a putinha que eu era – e ainda sou, risos –, enquanto ele apertava meus peitos e dizia que se a gente tivesse mais tempo ia me mamar demais. André elogiava meu corpo todo, dizia que eu tinha uma buceta linda, perfeita pra ele foder, que meus peitinhos eram lindos, até minha carinha de puta. Nunca esperei que a minha primeira vez fosse ser tão gostosa já que as minhas amigas sempre disseram que era horrível, estava adorando.
– Aninha, você é virgem?
–Sou, mas sempre meti os dedinhos, não tem problema.
– Safada, aposto que vai se acabar na siririca quando eu for embora.
– Ah se vou.
Ele alcançou a carteira em cima da cama e pegou uma camisinha, colocando devagar. Eu percebi que gostava muito de ficar vendo ele se punhetar, brincando com a cabeçona, e ele riu quando viu que eu tava encarando.
– Vou meter bem devagarinho pra arregaçar aos poucos.
–Mete, vai.
Eu esfregava o indicador no meu grelo bem devagar, pra não gozar muito rápido, e ele segurou minha cintura e usou a outra mão pra enfiar.
Foi gostoso demais, era quente e a sensação de estar com um caralho dentro era melhor que a de qualquer dedo. Ele foi metendo, e eu gemia igual uma cadela, tocando siririca. Quis trocar de posição, porque só papai e mamãe não tava dando conta. Eu queria ele esmurrando até o finalzinho da minha buceta, queria ficar cheia com a rola dele.
– Quero dar pra você de quatro.
E virei, abrindo bem minha bundinha pra dar espaço pra ele meter. A delicadeza do começo tinha ido embora e ele meteu com tudo, apoiando a mão nas minhas costas.
– Ai, ai, que delícia, tá arrombando minha xota – eu gemia, me acabando na siririca. Ele cuspiu no meu cu e meteu um dedo, fodendo no mesmo ritmo. O pau dele era grosso, preenchia gostoso demais, e o dedinho ia me enlouquecendo ainda mais rápido.
– Aninha, deixa eu gozar no teu cuzinho, deixa?
– Vai, enche meu cu de porra.
Ele tirou a camisinha e jogou no lixo ao lado da cama, tocou uma punheta rapidinho e enfiou só a cabecinha no meu cu. Era bem maior que os dedos e eu dei um gemidinho de dor, mas era muito bom, e foi ainda melhor quando senti a porra quente me enchendo, como eu tanto fantasiei. Gozei logo em seguida, esfregando meu grelinho muito satisfeita. Caí deitada, as pernas bambas. Ele ainda me beijou, gostosinho como tinha me ensinado, e foi se vestir. Os pais dele já iam embora, percebi pelo celular tocando. “Um dia eu ainda tiro o cabaço do seu cuzinho, espera só”
Fui tomar banho e toquei outra siririca, enquanto tirava a porra do meu cu com os dedinhos. Vesti o pijama e arrumei tudo, então quando a minha mãe veio me dar boa noite, depois que todo mundo já tinha ido embora, eu fingi que estava dormindo. Até hoje ela e meu pai não desconfiam de nada, ainda acham que eu sou virgem.
Ainda vejo o André nos almoços e jantares de família, mas agora ficamos só nos olhares, porque ele tem namorada. Mas eu tenho certeza que ele olha pra mim até hoje e pensa na nossa foda, porque o pau duro quando eu passo perto é de lei.

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