Tia safada dando pra novinhos

Além de escrever, gosto de ler . Já perdi a conta de quantos. Foi numa dessas que li um bem irado, duma mãe que contava da transa com o filho.

Um detalhe chamou minha atenção, de que esse filho tinha uma irmã gêmea. Passei a ler todos contos dela e foi bizarro pra caramba. Apesar dos nomes serem fictícios, o resto batia com uma tia, casada com irmão da minha mãe.

O fato de ser loira, a idade 41 anos, altura 1,65m, filha estudar no exterior, até mesmo as iniciais do marido ¨C¨, filhos ¨A¨e ¨J¨, sobrinho ¨O¨, e irmão ¨E¨, coincidia. Será? Fiquei encucado com essa possibilidade! Essa tia é maior gostosona, avião mesmo, musa de trocentas punhetas na adolescência.

Nas histórias dela, se mostrou maior cachorra, que deu pro filho, sobrinho, irmão e pegou até o filho da vizinha. Dizia que eram relatos verídicos, mano! Achei que ela estava mandando só um migué. Mas antes de tirar uma onda, precisava saber mesmo se ela era essa tia.

Deixei meu e-mail pedindo fotos e quando recebi, fala sério! Eram fotos nudes e se nas que aparecia o rosto tinha tarja preta, reconheci na hora! Era mesmo minha tia gostosa! A barraca armou na hora, brother!

PQP, aquela máquina de mulher era bem safada, ao menos nos contos. Sem identificar, comecei mandar mensagens no e-mail, dizendo que estava lelé de tesão por ela. Ela respondeu educadamente, sem dar nenhuma brecha. Mensagens comuns de praxe. Resolvi ousar.

Perguntei se era verdade mesmo que ela tinha dado pro ¨A¨ e ¨O¨, meus primos. Só que ao invés dos nomes fictícios dos contos, disse os nomes verdadeiros deles. Galera, a coroa ficou bolada e imagino que deve ter dado um piti. Na resposta perguntou desesperada quem eu era.

Me identifiquei e pedi pra ela não ficar grilada. Que podia ficar tranquila, que seria segredo nosso. Reforcei o tesão que sentia por ela. Passamos a trocar mensagens pelo zap. O astral dela foi mudando, perguntando dos meus lances com a mulherada. Nessa azaração, senti que numa dessas, eu podia me dar bem.

Quanto aos primos ela só disse um enigmático: ¨-Que vc acha?¨. Seria só fantasias ou aconteceu mesmo? Resolvi tirar a limpo, ligando pro primo ¨Otavio¨. Depois daquele papo furado de facul, trampo, etcétera e tals, dei um jeito de colocar tia Nanda na conversa. Disse que tinha adicionado ela no Face e estava relembrando com ela alguns lances do passado. O Otávio já ficou curioso em saber que lances eram esses. Sem dizer abertamente, dei a entender que a gente teve momentos picantes.

O primo pegou meu verde e já mandou de volta um maduro. ¨-Então ela deu pra vc tbem?¨. Caracas, então era verdade o relato dela, em que tinha visitado a irmã e o sobrinho a comeu. Que safada! Meu pau endureceu na hora ao constatar isso. O breguete até pulsou de tão duro! Dei uma enrolada no primo, meio que negando. Já tinha conseguido o que queria.

Mais confiante, fui com tudo nas conversas com ela. Comecei falar abertamente que queria comer ela, que era louco por ela, jogando xavecos e mais xavecos. Ela se divertia com meus arroubos, de macho tarado por uma fêmea. Chegamos até trocar fotos da minha pica dura pela xoxota dela.

Não tinha volta. Eu precisava dar um jeito de comer ela! Só tinha uma treta: ela morava na casa do chapéu, longe pra cacete! Para o feriadão de 15 de novembro, eu ia ter um final de semana prolongado. Comprei passagem aérea e já na manhã da sexta feira embarquei.

Chegando na cidade dela, liguei dizendo onde estava. Ela se assustou com a visita surpresa. Disse para pegar um táxi e deu o endereço. Quando estava a caminho, me ligou novamente, dizendo que viria me encontrar e era para esperá-la num shopping. O tal shopping na verdade era um amontoado de lojas e fiquei passeando ali. Apesar de ter lanchado no avião, peguei um sanduba e refri, fazendo hora numa mesa.

Logo tia Nanda apareceu no pedaço. Quando a vi, nossa, fiquei excitado na hora! A coroa estava gata demais com aqueles cabelos loiros, a tez clarinha, de salto alto e vestido azul, curto e justo. Lábios com batom vermelho. Bem mais bonita e gostosa de como eu lembrava. Seu andar rebolante caminhando em minha direção me deixou hipnotizado.

Na hora fiquei na dúvida em como deveria cumprimentá-la. Um aperto de mão? Um beijo no rosto? Desinibida, ela clareou tudo na hora. Me deu um selinho dizendo:

– Nossa, New, que homem lindo você se tornou!

Apesar de termos já trocado mensagens cheias de sacanagens, estar ali, cara a cara, me deixou constrangido. Ela sabia o quanto a desejava há muito. Eu louco para foder ela e no entanto parecia um carro com freio de mão puxado. Só conseguia responder por monossílabos o que ela perguntava. Porém, meu pau não amolecia e acho que até pulsava de tesão! Ela notou e disse:

– Tem algo bem animado aí, hein, menino!

Pegou minha mão e disse para sairmos dali. Para onde? Pensei. Pegamos um táxi e ela deu o nome do motel. Disse em casa que ia jogar baralho na casa de uma amiga. Que danada ela…

No motel, subimos para o apartamento. Pela maneira que ela agia, com certeza era frequentadora costumaz. Tinha até cupom de desconto do motel.

Mal entramos no quarto, ela me beijou. E que beijo! Daquele quente, molhado, de língua que me enlouqueceu. Fui para o ataque com tudo, tirando minhas roupas e as dela, com tanta voracidade que ela até pediu calma. Como ter calma numa hora dessas?

Vê-la assim, nuazinha em pêlo era realização de minhas melhores fantasias. A primeira coisa que chamou atenção foram os seios fartos, redondos, começando a cair pelo peso. O corpo firme, curvilíneo, malhado de academia, dava de dez em muitas menininhas. Até algumas pintas na pela alva transmitiam erotismo e sensualidade.

Me conduziu para o banheiro. Colocou uma touca de plástico na cabeça e dentro do box, abriu o chuveiro enquanto que com a mão, testava a temperatura da água. Me beijou de novo, puxando para baixo do chuveiro e começou a espalhar a espuma do sabonete em mim. Especialmente nos meus 19 cm que estava a ponto de explodir. Se afastava um pouco para fazer o mesmo nela. Eu só lembro de ter acariciado sua bunda macia e saliente.

Debaixo do chuveiro, ela agachou e beijou a cabeça do meu pau, dava linguadas alternando as chupadas entre as bolas. Uma chupada demorada de puta experiente, enquanto me encarava de baixo para cima com olhar safado.

– Pára, tia! Desse jeito eu gozo!

– Hummm, então goza, menino! Me dá teu leitinho delicioso.

Acabei gozando, soltando porra e mais porra. Ela continuou mamando igual um bezerro faminto. Engoliu tudo e ainda ficou lambendo, causando choques agradáveis, meio de cócegas pós ejaculação.

Enquanto ela se enxugava cuidadosamente, eu me sequei na toalha em tempo recorde. Era lindo demais, vê-la com o pé na borda da hidro, secando entre os dedos. Quando estava enxugando a xoxota lisinha, não aguentei.

Agarrei-a, arrastando para a cama. Caí de boca beijando tudo, pescoço, seios, ventre e lá na boceta carnuda. Queria invadi-la com minha língua áspera. Ela escapou me fazendo ficar por baixo, de forma invertida. Começou chupar também e acabamos num 69 da hora!

A gente parecia dois loucos, ela gemendo de tesão. Saiu de cima, encapou minha jeba com camisinha, deitou de costas e abriu as pernas torneadas pedindo:

– Vem, menino. Mete, mete logo esse pau logo, meeeete, safado!

Nem precisava pedir. Era tudo que eu queria. Vê-la toda oferecida assim, gostosa, pronta para ser comida. Gozado como nessa hora detalhes ficam marcados na memória. Foram as partes íntimas. Quase tudo depilado, com os lábios vaginais enormes na entrada da boceta. Os pentelhos aparados num risco vertical, como seta apontando para o alvo do prazer. Cuidados de trepadora costumaz.

Penetrei e ela gritou de prazer! Com o tesão que estava, comecei socar com força. A tia é mesmo uma ninfomaníaca. Ela gemia alto e logo acho que teve um orgasmo, urrando e soltando palavrões. Nem senti suas unhas cravadas na minha costa.

Quase gozei junto. Para ela, era só o começo. Ficou de quatro e lá fui eu continuar a foda. Ela parada como uma cadela no cio e eu montando como um animal.

Nisso veio com um pedido surpreendente:

– Põe os dedos no meu cu, põe!

Enfiei o dedo indicador, tirando e pondo, enquanto socava o cacete bem fundo na boceta dela. Coloquei também o dedo médio, o que permitia abri-los alargando o buraco. Tia Nanda parecia nem se incomodar.

Eu estava em completo domínio daquela cavala, ela gemendo com meu pau atolado na xoxota e dois dedos no cu. Com a outra mão, passei a dar tapas na bunda empinada.

– Mais forte, bate mais forte, safado!

Atendi seu pedido, a ponto da bunda branquinha avermelhar. A tia resolveu reassumir controle da transa. Me fez sair e deitar de costas. Ficou de pé e veio abaixando até quase sentar em mim. Nem acreditei que ela ia me dar o rabo.

Pegou no meu pau, direcionando na entrada do cuzinho. Veio descendo, rebolando enquanto recebia o mastro duro no buraquinho quente e apertado.

Olhei para seu rosto, com feições crispadas, apertando ainda mais os olhos cerrados, a cada avançada. Quando entrou bastante, ficou parada por instantes, músculos faciais suavizando, carinha de satisfação. Deu umas piscadelas com o cu e iniciou o sobe e desce.

Sua respiração foi ficando forte, pesada, espaçada. Logo eram gemidos altos, sei lá se de dor ou prazer. Com a mão manipulava o grelhinho enquanto acelerava a subida e descida. Eu estava quase gozando e fiquei lutando para segurar o gozo. Estava gostoso demais!

Tentei pensar num monte de coisas que não tinha nada a ver, para retardar a ejaculação que estava a ponto de explodir!

O gemidos altos da tia, que saia do fundo da garganta, aumentava o tesão. Soltava palavrões que numa imaginei que a dama pudesse falar. Coisas pornográficas que não condiziam com a imagem recatada que ela passava na família. Falei que ia gozar e ela parecia não ouvir. Aí não deu mais. Acabei gozando!

Meu pau pulsava dentro do cu dela e devia estar enchendo a camisinha de porra. Ainda bem que não amoleceu na hora.

Por sorte, tia Nanda gozou em seguida, gritando e sentando com tudo na minha rola.

Relaxei também e senti o cacete amolecendo, escorregando para fora. Ficamos deitados um ao lado do outro, moles, saciados. Eu nem acreditando que tinha acabado de comer aquela mulher incrível, tão desejada!

Nos beijamos como dois apaixonados e banho tomado, ainda trocamos carinhos. Como ela tinha hora para voltar, pegamos um táxi e ela ficou na panificadora perto da sua casa.

Cheguei e encontrei com meu tio e primo, marido e filho dela. Logo depois, tia Nanda chegou com pães e me cumprimentou efusivamente, mais uma vez, como se não víssemos a anos…

No dia seguinte, ela pegou o carro e foi ¨mostrar¨ a cidade para mim. Realmente, mostrou mesmo. Da cidade, voltei conhecendo a casa dela e o motel. Rsrsrs…

Falei com Tia Nanda e disse que ia escrever um relato da nossa transa. Ela autorizou. Só pediu para nunca contar para ninguém da família. Eu a tranquilizei, garantindo que nosso caso teria segredo total. Assim como ninguém sabe que eu sou amante da minha irmã casada.

5 comentários sobre “Tia safada dando pra novinhos

  1. Tenho vontade de transar com mae e filha ou tira um vingidade de uma novinha ou pegar uma casada evangelica na frente do marido adoro branquinha para fode com força e deixar a buceta vermelhinha chama no zap 11947841246

  2. Tenho vontade de fuder com o meu filho é um gato lindo. O volume por dentro da cueca me chama atenção à minha buceta já fica toda melada babando corsando quando eu imagino fudeno com o meu filho

  3. Tenho vontade de conhecer mae e filha ou ter uma casada na frente do marido ou ser amigo de uma familia safada rsrs tira uma virgindade
    Estou aqui pensando sera que ter mae que da para o filho mesmo?
    Me chama no zap vamos bater um papo meu zap e 11947841246

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