Meu irmão me comeu

O que vou agora narrar a vocês é a minha primeira experiência homossexual. Mas antes de ir a esses acontecimentos, vou contar algumas coisas do meu passado para que vocês entendam melhor como tudo se deu.
Quando eu era criança costumava brincar com meu único irmão de diversas brincadeiras. Esse meu irmão é sete anos mais velho do que eu; costumávamos tomar banho juntos e com o tempo meu irmão, que se chama Gael, começou a passar as mãos pelo meu corpo de um jeito diferente. Ou para ser mais certeiro, provavelmente ele sempre passou as mãos no meu corpo e só com o passar do tempo eu percebi. Na época eu não maldava, achava muito normal; só hoje percebo que eu era abusado pelo meu irmão. Além de ficar passando as mãos em meu corpo, ele me sarrava, e com o tempo me levou a acariciar o pênis dele, que sempre estava duro e molhado. Eu não gostava disso, mas Gael dizia ser isso normal, então eu fazia mesmo contrariado. O tempo foi passando e as safadezas dele comigo ficaram mais frequentes, nunca houve penetração, mas ele gozava comigo no colo dele, ou quando eu o masturbava – sem nem saber o que era aquilo que eu fazia. Não vou me estender muito nesses acontecimentos, o que vocês precisam saber é que meu irmão abusava de mim quando eu era criança.

O tempo passou e quando Gael fez 19 anos ele se mudou para outra cidade. Passamos a nos ver com pouca frequência, nossa relação esfriou, e os abusos acabaram. Eu cresci, toquei a vida pra frente e hoje estou com 17 anos. Apesar dos abusos do passado, me considero um jovem sem traumas e também não me considero um homossexual, sempre gostei de mulheres, nunca fui mulherengo, mas sempre tive minhas namoradas na escola. Aos quinze anos perdi a minha virgindade com uma garota da escola, mas isso também nãos vem ao caso. Então vamos ao o que aconteceu e me motivou a escrever essa historia.

No natal de 2019, Gael veio passar as festas em casa com a namorada dele. Tudo seguiu normalmente. Boa comida, boas conversas, vinho. E foi na noite do dia 25 de dezembro, quando eu já dormia que eu ouvi baterem na porta do quarto. Abri e quem estava diante de mim foi Gael, ele disse que precisava de ajuda com umas coisas e então eu o deixei entrar. Ele se sentou na minha cama, eu perguntei a ele o que ele queria e ele nada disse. Eu estranhei aquele silencio, perguntei de novo e ele disse:
– Você se lembra do passado, Júlio?
– Do que você esta falando? – Perguntei eu a ele, eu sabia a que ele se referia, mas preferi me fazer de desentendido. Queria encerrar logo aquela conversa.
Ele ficou um tempo calado, mas logo disse:
– Estou falando daquelas coisas.
Eu resolvi deixar de me fazer de desentendido e então disse que me lembrava de tudo e que era melhor esquecer. Eu achei que Gael estava arrependido e queria se desculpar, mas para minha surpresa Gael me olhou nos olhos e disse:
– Eu não quero esquecer nada, quero repetir.
– Você está doido, Gael? – perguntei eu a ele atônito.
Ele aproximou o rosto dele do meu, tentou me beijar. Era possível notar o cheiro de álcool que ele exalava. Eu tentei dissuadir ele dessa ideia maluca, mas ele insistiu; agarrou-me com força, me jogou deitado de bruços na cama e disse “eu sempre fui louco nessa sua bundinha” eu o chamava de louco, tentava o convencer a parar, mas não gritava, não queria nenhum escândalo já que nos quartos ao lado estavam meus pais e a namorada dele. Ele tirou o meu short e começou a beijar a minha bunda, a lamber também; e estranhamente eu comecei a gostar disso, eu ainda relutava, mas o meu pau começava a ficar duro. Foi quando Gael agarrou meus cabelos, e disse no meu ouvido que iria foder o meu cu. Eu ainda tentava o convencer a não fazer a quilo, mas não deu tempo de muita reação, Gael tirou o próprio short dele e eu então vi a piroca dele, estava duríssima, com as veias saltadas e a cabeça estava quase roxa, devia ter mais de 20 centímetros. Deu-me agua na boca ver aquela piroca enorme, ele percebeu e me colocou de joelhos no chão, eu já nem relutava, havia em meu ser uma mistura de impotência para vencer o meu carrasco e certo prazer em ser de novo a mulherzinha do meu irmão. Ele me mandou chupar, eu nem sabia como fazer, mas chupei. Segurei a piroca dele com força e botei tudo pra dentro. Chupei como eu gostava de ser chupado, mas havia ainda certa timidez, lambi a cabeça daquela piroca, a deixei babadinha, e então Gael me levantou, me colocou de quatro na cama abriu a minha bunda, cuspiu nela e quando ia meter eu disse:

– Acho que não devemos fazer isso? É errado? Sua namorada está ai do lado.
Ele apenas disse cala a boca, e então enfiou a piroca com tudo no meu cu. Eu não consigo explicar o tamanho da dor que senti naquele momento. Gael sem nenhum dó de mim começou a esfolar meu cu metendo muito forte, eu trinquei os dentes e tentei controlar os gritos, mas estava impossível controlar certos gemidos, que iam aos poucos ficando mais altos, ele então tapou a minha boca e continuou me comendo com força. A mistura da dor que eu sentia com o prazer que me dava ser dominado e invadido daquela forma era maravilhosa. Ele tirou o pau do meu cu, cuspiu de novo nele e então se sentou na cama, me pegou e me colocou sentado no colo dele de costas para ele, me ordenou sentar na pica dele e eu obedeci a sua ordem. Quiquei na piroca dele como um louco, minha piroca estava tão dura quanto a dele, então eu comecei a me masturbar, meu tesão era tão grande que em pouco tempo me masturbando eu gozei como um louco, fazia algumas semanas que eu não transava, parecia que estava guardando esperma para o meu irmão maior, gozei litros. Depois que gozei ele agarrou meu cabelo e disse no meu ouvido “Sempre soube que você seria a minha putinha um dia” eu continuei quicando no pau dele, mas ele me tirou de cima dele, me colocou de quatro de novo na cama e voltou a me comer como se eu fosse uma cadela, não demorou muito e ele gozou, encheu o meu cu de porra. Eu me deitei na cama exausto, estava sentindo muitas dores também, e estava confuso, muito confuso. Tentei conversar algo com Gael, mas ele apenas se vestiu e disse:

– Outra hora a gente conversa, maninho.
Eu não entendi a atitude dele, havíamos acabado de transar, eu e ele, meu irmão. Aquilo não era algo trivial para merecer tamanha desatenção. Nos dias seguintes Gael continuou me procurando, eu tentava conversar com ele, saber o que ele queria, mas ele não queria papo, só queria me usar. Eu tentei me recusar a dar para ele, mas ele insistia, me forçava, e depois que me comia, ele ia embora.
Depois do réveillon Gael foi embora com a namorada dele, eu perdia a conta das vezes que dei para ele nesse período. No banheiro, no carro, no quarto dele. Depois que ele foi embora eu pensei que tudo se normalizaria, mas no primeiro final de semana ele voltou e voltou sozinho. Foram dois dias de poucas conversas e muito sexo, não vou dizer que não gostei, mas foi tudo muito estranho. E agora estou aqui nesse caos sem saber o que sinto pelo meu irmão, se paixão ou medo, enfim; resolvi escrever para me entender melhor.

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